sábado, 7 de fevereiro de 2009

Em Chui ficamos no Hotel Bertelli, pagamos R$ 115,00 a diária, mas depois encontramos um hotel do lado uruguaio que nos pareceu bom também, Hotel Internacional, na rua principal, com garagem, tv. a cabo e café da manhã, por apenas 75 reais. Fica para a próxima...

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A partir de Chui já começamos a sentir dificuldade de aceitarem cartão de crédito.

Quando aceitam cobram sempre mais caro.

A Zona Franca de Chui é bem interessante, não tem os artigos eletrônicos de Ciudad de leste no Paraguai, mas é tranquila, com ótimos produtos.

As lojas estavam cheias, era novembro, mas o pessoal do Sul já estava fazendo as compras natalinas.

Como resolvemos ir em frente, fomos fazer o seguro carta-verde para transitarmos no Uruguai e Argentina.

Este seguro é para a cobertura das despesas, caso houver alguma acidente  para o conserto do  veículo dos nossos hermanos.

Nada mais que justo.

Também compramos um triângulo, pois na Argentina precisa de 2 triângulos , um cambão e uma caixinha de primeiros socorros( essa eu já havia levado).

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A noite, fomos comer pizza no lado uruguaio no La parrilla

No outro dia, antes de partir , resolvemos tirar dinheiro no caixa eletrônico do Banco do Brasil.

Imagina a nossa surpresa quando o dinheiro não saiu, mas foi debitado na conta.....

Como  a agência estava fechada, após muitos telefonemas para a central do banco, fomos embora com a garantia que o problema seria sanado( o que só aconteceu depois de vários outros telefonemas e muitos dias de preocupação).

Entramos no Uruguai pela Ruta 9 e fomos conhecer  Punta del Diablo, um povoado com lindas casinhas de telhados azuis. casazulcabo

Um lugar tranquilo, parecendo uma vila inglesa a beira mar

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domingo, 1 de fevereiro de 2009

Aventura

Há muito planejava uma viagem a Ushuaia.

Li revistas, blogs, etc . e pensava até de ir de carro, embora soubesse ser bem cansativo e precisaria de pelo menos 1 mês  inteiro para realizá-la.

Resolvemos ir de avião, porém como comentei  anteriormente quando estávamos fazendo as reservas, o dolar disparou....... e tivemos que rever tudo.

Já fazia algum  tempo que não  viajávamos  de carro um percurso longo.

Os últimos foram o caminho velho da Estrada Real de Diamantina a Parati e o litoral capixaba e baiano.

Como a experiência foi boa, resolvemos trocar o avião pelo carro e ir para  o Sul.

Chegamos a Chui com muito vento, que segundo  os moradores, já fazia alguns dias que estava assim.

Chui é uma cidade pequena e ficamos no Hotel Bertelli

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Fomos até o arroio do chui, um pequeno rio que faz a divisa entre Brasil e o Uruguai , ao farolhpim38761

e a praia

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sábado, 31 de janeiro de 2009

Aventura sem destino

Dizem que a maioria das viagens   tem o desejo  despertados em nós por livros, filmes, fotos , sonhos....

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Realizamos entre os meses de novembro e dezembro de 2008 uma viagem sem destino, planejada durante anos através de leituras em revistas e sites, com dicas valiosas que estavam guardadas em nossa memória e em algumas anotações e que foram utilizadas  a medida que se faziam necessárias.

Devido a alta do dólar, desistimos de viajar de avião e resolvemos ir de carro.

Fomos para o Sul, saímos pela manhã com destino a Curitiba-PR.

Como chegamos em Curitiba ainda cedo, resolvemos tocar até Florianópolis,

O tempo estava chuvoso e a procura por hoteis BBB estava dificil.

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Como já estava escurecendo, escolhemos um hotel fora da ilha, o   Hotel

Brugemann (simples, mas limpo e confortável).

Depois do banho fomos jantar no restaurante Bocas III, muito bom ali perto

( para quem gosta de camarão e peixes) , as porções são bem grandes e o preço é bom.

O  prato de camarão completo à milanesa, com batata, maionese, arroz com frutos do mar e salada, com bebidas, custou R$ 50,00 para duas pessoas.

O tempo estava cada vez pior, e ainda bem que resolvemos ir para o Rio Grande de Sul, porque logo após houve enchente por lá, paralisando tudo, inclusive as estradas.

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No caminho tivemos nosso parabrisa trincado por uma pedra, a estrada está em manutenção e o trecho de Florianópolis até tubarão estava péssimo.

Paramos em Tubarão para "colarmos" o vidro e almoçamos na Churrascaria Ataliba.

O preço não é dos melhores, mas o rodízio, que por lá é espeto corrido, é bom. Ah! E o lagarto recheado lá eles chamam de tatu recheado...

Dormimos em Pelotas, uma cidade com belos casarões, a igreja com a cúpula decorada

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e deliiiiiiiiiciosos doces...........

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Quando passarem por lá, não deixem de provar os doces, são ótimos.

Pegamos  a rodovia margeando as lagoas com destino a Chui. Queria ter ido a praia do casino, a maior do Brasil, mas para isso sairíiamos muito da rota e queríamos chegar cedo em Chui.

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domingo, 6 de julho de 2008

Comidas e outras cositas


Além do tradicional assado de cordeiro patagônico, os pratos típicos da região são aqueles à base de frutos do mar, mariscos como os locos, as cholgas e os mejillones, a centolla (caranguejo gigante), os ouriços, o salmão, o congrio e o típico curanto, um delicioso cozido que mistura frutos do mar, carne de frango e de ovelha, batatas e  verduras.

Curanto







Congrio           CentollaCentolla

CHOLGAS

A ensalada chilena é feita com tomates e cebolas e é tradicional o uso do abacate, chamado de palta, não com açúcar como no Brasil mas sim temperado com sal e pimenta, misturado na salada ou junto com o recheio de sanduíches. 

As frutas locais são o calafate e o ruibarbo, com as quais são elaboradas deliciosas geléias.

Ruibarbo

Calafate

Geléias

Quando tiver que fazer passeios de dia inteiro, uma dica é adquirir o "lanche box" nos supermercados.



Esteja sempre prevenido com um bom par de botas e roupas que protejam contra frio, chuva e vento, já que a proximidade do pólo proporcionam a formação de grandes ventos, em especial na faixa costeira, ocasionando bruscas mudanças nas condições do tempo e na temperatura.

Filtro solar e óculos com proteção UV são essenciais nesta região que fica sob uma das maiores falhas na camada de ozônio da Terra.


A região de Magallanes apresenta setores climáticos diferentes, um de cada lado da Cordilheira dos Andes, sendo o vento uma constante, particularmente na costa.

Do lado chileno o clima é classificado como oceânico frio, com níveis de chuva que alcançam os 2.500 mm anuais.

As máximas e mínimas no verão variam entre 13ºC e 5ºC, respectivamente,enquanto no inverno variam entre 8ºC e -2ºC. Do lado argentino a quantidade de chuva é bem menor, em torno de 450 anuais, com temperaturas levemente superiores ao Chile.

Em Punta Arenas a temperatura média anual é de 6,5ºC e a principal característica climática da região é o grande contraste entre a duração dos dias no verão - aproximadamente 18 horas - e no inverno, quando a média chega à apenas 8 horas.


Se você estiver viajando no verão terá muito tempo para passear, pois o dia mais longo do ano, no mês de janeiro, possui a duração de 18 horas. Só não esqueça que os serviços não acompanham o mesmo horário da luz solar.

Uma festa típica da região é o Carnaval de inverno, o qual se realiza no final de semana mais próximo do dia 21 de junho e celebra o início do inverno e a noite mais curta do ano.

É uma tradicional festa com a participação de carros alegóricos e bandas que cruzam as ruas da cidade.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.

Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.


Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os “is” em detrimento de um redemoinho de emoções justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida fugir dos conselhos sensatos.

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Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante.

Morre lentamente, quem abandona um projeto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe. Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar. Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade.”

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sábado, 1 de março de 2008

FORTE BULNES

Gostamos muito da viagem à Região mais ao sul do Chile. Gostamos de tudo!

Da cidade de Punta Arenas, Puerto Natales, das pessoas, do clima, da segurança, da comida, dos passeios e do modo como fomos tratados por todos.

Até a grama , devido ao clima, é bonita, com florzinhas parecidas com margaridas em miniaturas e flores amarelas.

Embora Punta Arenas esteja localizada a 3.212 km ao sul de Santiago do Chile, sendo a capital da Região de Magalhães e Antártida, é uma ótima cidade.

No princípio de 1841, o Presidente Manuel Bulnes decidiu colocar sob jurisdição Chilena, os territórios e as águas da zona do Estreito de Magalhães, evitando assim que a França e a Argentina pudessem estender a respectiva soberania à região.

Deste modo, em Maio de 1843, enviou uma expedição comandada pelo Capitão John Williams, que quatro meses mais tarde, em 21 de Setembro, ancorou num local chamado Puerto del Hambre (Porto da Fome).

Hoje só temos as ruínas

Este feito permitiu-lhe, em nome da República do Chile, tomar posse do Estreito de Magalhães e dos territórios envolventes.

Construíram então um pequeno forte, em madeira, a que puseram o nome de Bulnes, em homenagem ao Presidente da República que determinara aquela expedição e os fins a que a mesma se propunha.

O Forte está situado a 60 km ao sul de Punta Arenas e a fortificação é original, com sua igreja, prisão, estábulo, canoa e até correio.

O Forte está situado em um local belíssimo, porém hinóspito, com ventos cortantes mesmo no verão. Ficamos imaginando como deve ter sido difícil a vida naquele local; até hoje há poucos moradores naquela região.